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Missão September 26, 2007

Posted by jguerreiro in Business Intelligence.
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A definição da minha missão, enfim uma constituição da minha vida deve ser a representação de uma série de princípios que regem o meu dia-a-dia e sob os quais tomo as minhas decisões estratégicas, tácticas e operacionais. Um statement tão simples e tão claro que se torna na ferramenta mais poderosa para a tomada de decisões importantes ao longo da vida e até decisões mais simples como, que actividades exercer durante os tempos livres, ou que relações previligiar.
Ao pensar nisto, e colocando-me num futuro longínquo, imagino como gostaria de ser recordado, que acções representam as minhas aspirações a nível profissional, relacional e pessoal e rapidamente começo a encontrar nas várias ideias que me surgem, pontos de encontro.

Ponho então a minha inteligência emocional a funcionar. Paixão e propósito de vida andam de mãos dadas. Geralmente a missão deve ser algo em relação à qual sentimos uma grande paixão. Nesse sentido, poder inspirar, iluminar e enriquecer aqueles que me rodeiam é o que anseio poder atingir.
A parte racional do meu cérebro, o lado esquerdo, representa o meu propósito lógico, aquilo que quero atingir para poder cumprir o propósito emocional. Sinto que neste campo, todas as minhas acções se devem centrar em adquirir conhecimento e torná-lo explicito para que possa tornar-se implícito nos que me rodeiam.

A minha missão é poder adquirir e gerar conhecimento para inspirar e enriquecer de forma assertiva os que me rodeiam a viver apaixonadamente.

É evidente que uma missão de vida deve ter princípios base, que a definem, mas deve poder ser revista, repensada e é isso que pretendo fazer a partir do momento em que a escrevi.
Entretanto deixo aqui um apontamento que vale a pena ver. Um tributo a si próprio de John Cleese dos Monty Python.
http://br.youtube.com/watch?v=G3v-OCYYIuM

Comments»

1. Rui Santos - October 6, 2007

Oi João,
Gosto da forma madura como abordas os assuntos em geral e, em particular, penso que a tua forma de abordares a questão da tua missão, se identifica com a forma como eu próprio considero como a correcta.
Apenas há uma dúvida que fiquei da tua missão, se me permites.
Tu falas em partilha de conhecimento como forma de fazer os que te rodeiam felizes? Ou será através do conhecimento que conseguirás ser feliz e por via disso, transmitir essa felicidade?
A questão essencial é esta, somos felizes por vermos felicidade naqueles que nos rodeiam ou devemos procurar ser felizes individualmente para podermos transmitir essa felicidade?
Espero não ter sido muito confuso.
Abraço
Rui Santos

2. jguerreiro - October 6, 2007

Viva Rui,

Antes de conseguirmos passar aos que nos rodeiam um conhecimento rico e de forma apaixonada, temos que o sentir, temos que o viver. Temos para isso que ser independentes de conhecimento, para depois podermos ser interdependentes segundo afirma Covey no seu livro. É nesse sentido que digo que quero adquirir e poder gerar conhecimento que enriqueça e inspire de forma assertiva os que me rodeiam.
Obrigado pelo comentário.


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